sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Diariamente

Com a inspiração de Nando Reis...

Para calar a boca: Declamação
Para lavar a roupa: Tom Wolfe
Para viagem longa: Odisseia
Para difíceis contas: Fernando Pessoa
Para o pneu na lona: João Antônio
Para a pantalona: Luzia Homem
Para pular a onda: Capitães de Areia
Para lápis ter ponta: Drummond
Para o Pará e o Amazonas: Hatoum
Para parar na Pamplona: Hemingway
Para trazer à tona: Júlio Verne
Para a melhor azeitona: Florbela Espanca
Para o presente da noiva: Marília de Dirceu
Para o adidas o conga: Meu Pé de Laranja-Lima
Para o outono a folha: Whitman
Para embaixo da sombra: O Estrangeiro
Para todas as coisas: Poesia
Para que fiquem prontas: Ghost Writer
Para dormir a fronha: Clarice
Para brincar na gangorra: Bentinho e Capitu
Para fazer uma toca: Virgínia Woolf
Para beber uma coca: Crônica
Para ferver uma sopa: Les Miserábles
Para a luz lá na roça: Raduan Nassar
Para vigias em ronda: Grande Irmão
Para limpar a lousa: Sartre
Para o beijo da moça: A Moreninha
Para uma voz muito rouca: Poetinha
Para a cor roxa: Bandeira
Para a galocha: Terra Cambará
Para ser moda: Crepúsculo
Para abrir a rosa: Guimarães
Para aumentar a vitrola: Grande Gatsby
Para a cama de mola: Casa de Pensão
Para trancar bem a porta: Monte Cristo
Para que serve a calota: Kerouac
Para quem não acorda: Príncipe Encantado
Para a letra torta: Velho Graça
Para parecer mais nova: Dorian Gray
Para os dias de prova: O Ateneu
Para estourar a pipoca: Pica-Pau Amarelo
Para quem se afoga: Robson Crusoé
Para levar na escola: O Encontro Marcado
Para os dias de folga: Ócio Criativo
Para o automóvel que capota: Noir
Para fechar uma aposta: Fausto
Para quem se comporta: Fábula
Para a mulher que aborta: Karenina e Bovary
Para saber a resposta: Poirot
Para escolher a compota: Cora
Para a menina que engorda: Metamorfose
Para a comida das orcas: Ahab
Para o telefone que toca
Para a água lá na poça
Para a mesa que vai ser posta
Para você o que você gosta: Literatura

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Estreias da semana

Onde Vivem Os Monstros

Beethoven


Highlander


Estamira


O Lobisomem























Os Normais


Forrest Gump



O Diabo Veste Prada



A Hora do Espanto



Waterworld



O Exterminador do Futuro



Laços de Ternura



Tainá



Mulheres à Beira de Um Ataque de Nervos



O Que é Isso, Companheiro?























Dois Velhos Rabugentos

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Num cinema perto de você

O Céu Pode Esperar



Melhor é Impossível



O Curioso Caso de Benjamin Button


O Grande Ditador



Bonnie & Clyde



O Colecionador de Ossos




Os Imperdoáveis



O Poderoso Chefão



O Terno de 1 Bilhão de Dólares




Prenda-me Se For Capaz



O Mistério da Feiurinha



O Informante




O Desinformante



Nosferatu

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

21 de janeiro

Um soco no estômago
Uma cadeira vazia
Uma linda trajetória que merecia mais consideração
Alguém que vai fazer uma falta desgraçada
Uma noite mal dormida
Uma pequena manifestação de luto
E a certeza de que precisamos aprender as lições
Principalmente as mais duras
Naqueles dias que a gente não esquece

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Máquina e homem

Em tempos em que a substituição de gente por máquinas, de sangue por parafusos, de sentimentos por códigos é tão comum, vale a pena relembrar uma canção de Gilberto Gil

O cérebro eletrônico faz tudo
Faz quase tudo
Faz quase tudo
Mas ele é mudo

O cérebro eletrônico comanda
Manda e desmanda
Ele é quem manda
Mas ele não anda

Só eu posso pensar se Deus existe
Só eu
Só eu posso chorar quando estou triste
Só eu
Eu cá com meus botões de carne e osso
Eu falo e ouço

Eu penso e posso
Eu posso decidir
Se vivo ou morro por que
Porque sou vivo
Vivo pra cachorro e sei
Que cérebro eletrônico nenhum me dá socorro
No meu caminho inevitável para a morte
Porque sou vivo
Sou muito vivo e sei

Que a morte é nosso impulso primitivo e sei
Que cérebro eletrônico nenhum me dá socorro
Com seus botões de ferro
E seus olhos de vidro

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Resumão - 2009

Ano de fortíssimas emoções, boas e ruins.

Família
Esperança
Amigos
Provas
Livro (o meu)
Livros (os dos outros)
Tese
Autógrafos
Saudades
Solidão
Presença
Sobrinhos
Pai
Susto
Mãe
Avô
Choro
Hospital
Aula
Viagem
Amazônia
Chapada
Cachoeira
Rio
Desafio
Paciência
Decepção
Tristeza
Alegria
Arroz (aprendi a fazer!)
Coleguismo
Inveja
Sonho
Realização
Flamengo
Hexacampeão
Torcida
Euforia
Elogios
Vida
Saúde
Doença
Emagrecimento
Endocrinologista
Medo
Nódulos
Força
Vida

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Pelos Caminhos da Reportagem




Sonhar mais um sonho impossível
Lutar quando é fácil ceder
Vencer o inimigo invencível
Lutar quando a regra é vender

Sofrer a tortura implacável
Romper a incabível prisão
Voar num limite improvável
Tocar o inacessível chão

É minha lei, é minha questão
Virar este mundo, cravar este chão
Não me importa saber se é terrível demais
Quantas guerras terei que vencer por um pouco de paz

E amanhã, se este chão que eu beijei
For meu leito e perdão
Vou saber que valeu
Delirar e morrer de paixão

E assim, seja lá como for
Vai ter fim a infinita aflição
E o mundo vai ver uma flor
Brotar do impossível chão


Lançamento do livro: Caminhos da Reportagem - O Jornalismo e Seus Bastidores
Autores: Deire Assis, Rogério Borges e Vinicius Jorge Sassine
Data: Dia 16 (quarta-feira), às 20h
Local: Renauto Sul (Praça Nova Suíça, Setor Nova Suíça)
Preço: R$ 35